Vampiria
24 de agosto, 2005
http://satanlandia.blogspot.com
Pessoal, a Vampiria mudou se para este cantinho...
Um beijo, espero ver vos lá em breve.
Vampiria
17 de agosto, 2005
A tristeza surripiou te de mim....
E eu fiquei mesmo assim...jogada ao vento, em desalento, odiando-te porque não me amaras..e NÃO AMAS.
Apetece-me fazer um escândalo e cuspir nessa cara enfadonha, antes risonha que se alegrava ao ver-me... mas já não o faz mais... e sabes? Ainda bem, pois enojas-me! Intriga-me a inércia que se apodera de ti e que detesto em ti, és-me inferior e só nos sentimentos me ganhaste, mas por pouco tempo, verme... verme? Sim, porque quero, porque rastejas, porquer gorgolejas o fluido que antes era de amor e hoje de putrido desprezo por nós. ODIOSO! ÉS! TU!
Nada do que me digas hoje reconstruirá o nosso amanhã, despede-te, leva tudo e não te arrependas. Eu também não.
9 de agosto, 2005
Desabafo de um dia de Verão...
Hoje faríamos 3 anos.
E não fazemos...
Porque a ferida com que me marcaste o coração é mais dolorosa que a da tua traição, falta de afecto e desprezo.
Desenhei te a lápis de loucura e pintei te com as cores de um sexo límpido, de energia fulminante e um amor infindável...
Mas morreste-me no peito no dia em que abandonaste tudo isto...
Num dossel amaldiçoado as minhas lágrimas derramei, em sangue vivo da mácula que deixaste... este verão...
Adeus, digo te eu.
Que me dirás tu?
Esquece-me, por favor que o teu sofrimento suplanta a frieza que hoje te dedico e só isto te posso dar.
Tudo acabou.
4 de agosto, 2005
Desabafo de um dia de Inverno
Encontrei te numa bela manhã do já saudoso Outono.
Apaixonámo nos pela poesia, música e conversas que eu não conhecia e que tu querias ensinar. Passeámos pelos cumes frios da cidade, pensando apenas no calor que nos unia.
Mas um dia, já Inverno, cavernoso e odioso para mim, a tempestade desabou e eu fiquei entregue a duas garrafas de vinho e tu a uma rosa seca… murcháramos em negras lágrimas. A noite afundou me no profundo desprezo em bubas de loucura e jogou te a ti para a solidão em que ainda hoje permaneces, volvidos tantos anos…
Pergunto-me como estarás hoje.
Perguntarás o mesmo? Talvez não. Eu pergunto, talvez para saber como eu mesma estou e me sinto.
Estou bem, obrigada. Não há resquícios de cicatrizes da nossa guerra. Apenas um sorriso entre o meigo e o amargo do fim que fomos... nada mais.
Nada mais há.
29 de julho, 2005
Despedida

A despedida é um beco sem saída.
Uma ída sem volta.
Um NÃO desalmado, cuspido na cara da esperança.
Um virar costas.
É morte.
É lembrança amargurada que nos tira o folgo da quietude.
É diminuição.
É tirar espaço à loucura, à frescura de te ter.
É a imensidão de vazio , é o desvario de se ficar ... SÓ.
25 de julho, 2005
Vazio...

UM IMENSO VAZIO....
É TUDO O QUE SINTO NESTE MOMENTO...
16 de julho, 2005
Cinza é a tua pele, grande cidade...

Pois é, vou de férias para a cidade dos contornos cinza,das cores da noite e a noite, como te fica bem, Porto... vou para os braços escuros que embalam o meu corpo poético.
Um beijo da sempre vossa,
Vampiria